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Saturday, March 10, 2007

Interfaces: contribuições de Priscila

Pesquisando sobre interfaces, encontrei várias respostas e, na maioria dos sites em que visitei, observei que outros alunos também o visitaram. Sendo assim, para não ficar com resposta igual aos outros, escrevi um texto com minhas interpretações sobre o assunto tratado.

A interface pode-se dizer que é o elemento intermediário entre duas coisas para que haja comunicação, trabalho. Ela tem suas “definições em cada área”, como no jornalismo, na computação. Um exemplo básico é o livro, onde ele é a interface (visual), o meio entre o leitor e as palavras para que a informação seja passada.
Na interface digital, se trabalha com os meios digitais de comunicação, com a tecnologia. Pierre Lévy, filósofo da informação e escritor, é sempre citado quando se fala em interfaces digitais, ou cybercultura. Na introdução de um de seus livros, ele escreve que “novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação, aprendizagem, são capturados por uma informática cada vez mais avançada. Não se pode mais conceber a pesquisa científica sem uma aparelhagem complexa que redistribui as antigas divisões entre experiência e teoria”. – As tecnologias da inteligência, O futuro do pensamento na era da informática (2004).
Entendi que para que haja uma comunicação, uma ação, é necessário um meio: a interface, que manipula símbolos para se fazer entender, “como o Windows é para as pessoas se interagirem com a máquina (computador)”, sendo a palavra chave é a interação.

Friday, March 09, 2007

Joyce: interface e interação

Para Pierre Lévy, em Cibercultura, interfaces são todos os aparatos materiais que permitem interação entre o universo da informação digital e o mundo ordinário.

Já Pollyana Ferrari, em Jornalismo Digital, define a interface como sendo a parte gráfica do software que permite ao usuário interagir com o programa com maior facilidade.

Pela internet ainda é possível encontrar outras definições como 'o ponto onde dois sistemas se encontram, convergem, interconectam e trabalham juntos; ou ainda dispositivos, programas de computador ou outra ferramenta que permite interação do usuário com a máquina.

Há definições ainda que se referem também às informações gráficas, textuais e auditivas apresentadas ao usuário, já que interfaces - quando relacionam homem-máquina - são baseadas em símbolos visuais (ícones, menus e janelas).

Acredito que o caminho para uma definição nossa de interfaces deva passar pela interação, pois o termo aparece em quase todas as definições pesquisadas.

A natureza transformadora da interface digital

Galera...
Pesquisando sobre Interface Digitais, olha o que eu encontrei... espero que seja tão proveitoso como foram para mim.

Em última instância, o ciberespaço é constituido de pulsos elétricos que transitam através de cabos telefônicos, fibra óticas, circuitos integrados e processadores. Como não temos condições de compreender estas informações neste estado, construímos mecanismos adequados a nossos sentidos. As interfaces reproduzem os pulsos eletrônicos na forma de símbolos que somos capazes de interpretar. Elas constituem as portas de entrada e saída do computador. Através delas, capturamos informações armazenadas e transmitidas digitalmente e inserimos as informações que pretendemos digitalizar, armazenar e, posteriormente, transmitir.
A interface se aproxima da linguagem, visto que, também, não temos condições de compreender os pensamentos alheios diretamente das consciências humanas. Inicialmente vou propor que a interface seja uma instância da linguagem que justapõe as linguagens verbal, visual e sonora, condicionando as relações de significação que atuam no meio digital. Sendo a interface digital produto da combinação de várias modalidades perceptivas, seguindo a termologia proposta por Lévy [1999:61-66], ela se compara aos discursos das mídias eletrônicas, porém sua natureza é mais ampla. Enquanto a linguagem televisiva, por exemplo, condiciona uma forma de produção de sentido que envolve a prática de criação de um discurso, assim como condiciona sua recepção, a interface digital condiciona, também, novas formas do diálogo. Portanto, se aproxima do telefone e do rádio, mas seus recursos são muito mais abrangentes que o teclado numérico e o toque de ocupado do primeiro, ou as abreviações e comandos, utilizados em comunicações em canal aberto, do segundo.
No sentido desta complexidade, a interface digital também se apresenta de maneira bastante diversa dentre as experiências midiáticas. No meio digital, a interface exige capacidades de manipulação muito mais abrangentes. A primeira vez que alguém entra em um chat, é necessário dominar uma série de elementos da interface como: aonde clicar para introduzir o texto através do teclado; qual botão usar para enviar o texto; como definir para quem o texto está sendo enviado; além de uma série de alternativas contextuais que permitem enviar um ícone que demonstre uma emoção, definir que sua mensagem deve ser reservada a uma única pessoa da sala de chat ou optar por não receber mensagens vindas de um participante, em particular. Comparemos este ambiente, à interface que devemos dominar para escutar rádio: o dial e o botão de volume. Soma-se a esta constatação o fato de que cada sala de chat apresenta seus elementos de maneira particular e que existe uma série de outros mecanismos de comunicação no ciberespaço com diferentes interfaces.
Neste ponto, temos que retroceder no raciocínio proposto acima, para desfazer a simplificação: a interface digital aproxima-se da linguagem, mas não é linguagem. A linguagem digital é condicionada pelas possibilidades da interface, mas não se confunde com ela. Um texto digital que utiliza links de maneira eficiente, para justapor diversos elementos e permitir uma leitura mais interativa, está tomando proveito da interface para se transformar, mas se constitui linguagem, na medida em que produz significação, enquanto sistema simbólico partilhado pelos agentes do processo de comunicação.
Desta maneira, ao percebermos o papel inovador da interface, não devemos desprezar o potencial da linguagem digital, que, embora incipiente, é bastante transformador. Tomando o exemplo do cinema, podemos dizer que diferentes estilos e diferentes autores requerem diferentes capacidades interpretativas, mas a interface de recepção é basicamente a mesma: a tela grande dentro da sala escura. Não obstante a natureza simples da interface, a linguagem cinematográfica comporta hoje uma complexidade que se apresenta nas opções estéticas de diversos discursos. Porém, isto não foi uma conseqüência imediata do invento dos irmãos Lumière. Os primórdios da televisão são ainda mais ilustrativos do hiato que se impõe entre o desenvolvimento da interface e da linguagem. As primeiras transmissões televisivas, ainda sem levar em conta o potencial cênico do meio, exibiam a filmagem de atores do rádio à frente de microfones. A linguagem digital se encontra neste estágio, sendo que a proficuidade da interface digital constitui ao mesmo tempo um desafio e uma oportunidade. Como comenta Steven Johnson, "a representação de toda essa informação (o ciberespaço) vai exigir uma nova linguagem, tão completa e significativa quanto as grandes narrativas metropolitanas do romance do século XX" [2001:20].
A interface é um objeto de mediação do ciberespaço. Sua natureza é permitir que os atores dos diversos processos de comunicação manipulem os objetos cognitivos que habitam este universo. A interface do browser media a comunicação entre produtor de um site e o internauta. Porém, a mensagem está contida nos elementos de linguagem engendrados pelo produtor, seus textos, imagens, sons. A interface é o mediador que permite que o produtor construa sua mensagem e que o internauta a manipule. Para que uma comunicação se produza, os agentes devem compartilhar um certo nível de compreensão dos mecanismos da interface, da mesma maneira que é necessário que comunguem, minimamente, do mesmo código de linguagem, mesmo porque a linguagem também opera uma mediação na significação entre os agentes.
Porém, enquanto a linguagem carrega a mensagem, a interface condiciona a linguagem. Voltando ao exemplo do cinema, podemos perceber o quanto a evolução de sua interface transformou seu discurso. Do advento do cinema falado, às imagens coloridas, e ao contínuo avanço das técnicas de efeitos especiais, a linguagem cinematográfica se transformou profundamente e com ela a capacidade do artista transmitir sua mensagem. De maneira paralela, quando adicionamos ao email, anteriormente restrito ao texto corrido, a capacidade de manipular código HTML (hypertext markup language), com seu potencial de multimodalidade e hipertextualidade, permitimos a criação de mensagens mais complexas, visto que utilizam de maior gama de recursos de linguagens.
Contribui para a dificuldade em definir os limites entre linguagem e interface no ambiente digital, o fato de esta última requerer uma apreensão inicial. A interface precisa ser dominada. Para isto, ela carrega em si um discurso de auto-explicação. Trata-se, em princípio, de um texto repetitivo, visto que não é particular a uma comunicação específica. Funciona para permitir que seu usuário compreenda sua lógica. Este metadiscurso da interface é, obviamente, expresso pelo uso da linguagem. Se em nosso uso cotidiano podemos relevar este texto explicativo, uma vez dominada a interface, nas manifestações da arte digital o exercício de apreensão do objeto artístico implica na leitura do discurso da interface. O artista digital que Lévy identifica como um "engenheiro de mundos", produz tanto a interface quanto o próprio objeto [1999]. A significação envolve, portanto, a apreensão da interface, assim como do próprio objeto.
Esperamos muitas vezes das artes do virtual um fascínio espetacular, uma compreensão imediata, intuitiva, sem cultura. Como se a novidade do suporte devesse anular a profundeza temporal, a espessura do sentido, a paciência da contemplação e da interpretação. Mas a cibercultura não é, justamente, a civilização do zapping. Antes de encontrar o que procuramos na World Wide Web é preciso aprender a navegar e familiarizar-se com o assunto. Para integrar-se a uma comunidade virtual, é preciso conhecer seus membros e é preciso que eles o reconheçam como um dos seus. As obras e os documentos interativos em geral não fornecem nenhuma informação ou emoção imediatamente. Se não lhes forem feitas perguntas, se não for dedicado um tempo para percorrê-los ou compreendê-los, permanecerão selados. Ocorre o mesmo com as artes do virtual" [Lévy 1999:68-69]
Por outro lado, devo manifestar minha discordância com Steven Johnson quando este pretende "elevar" a interface a uma forma de manifestação artística [2001]. Prefiro dizer que a arte se enriquece por passar a incluir, de forma mais abrangente, as possibilidade de desenvolvimento de sua própria interface. Não há nisto qualquer ineditismo. A praxis da arte digital inclui a construção da interface, da mesma maneira que a poesia concreta inclui a disposição do texto em seu processo de significação; no entanto, a diagramação não se tornou arte por ter sido incluída dentro das possibilidades da criação artística. Vale também lembrar que as artes plásticas, já há muito tempo, realizaram a apropriação da interface em seu universo. As instalações, abandonando uma perspectiva meramente comtemplativa do objeto artístico, há muito passaram a incluir os ambientes e os mecanismos de sua percepção no âmbito do objeto artístico.

Monday, March 05, 2007

Luiz Guilherme também contribui com definições

Pelo que pesquisei sobre interface, e baseado em informações colhidas por outros colegas, fiz uma analogia entre o nosso objeto de estudo e os sentidos os quais compõem a percepção humana. Interface é uma ferramenta - real ou virtual - que possibilita a interação, tradução, comunicação e cognição de um observador sobre um objeto.

Assim como os sentidos nos informam do mundo físico, as interfaces digitais são os meios dos quais nos utilizamos no processo de comunicação com uma mídia digital, seja. De certa forma, a interface digital é a “interface da interface”. Se nossos sentidos são a primeira e fazem nossa ligação com o mundo externo, a segunda, composta pelos elementos computacionais, intermedeia nossa percepção do universo virtual.

A Wikipedia define interface como um mecanismo de interação homem-computador onde o usuário é capaz de selecionar esses símbolos e manipulá-los de forma a obter algum resultado prático. http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica_do_utilizador.

No webdesign, a interface estrutura a ação comunicativa entre a ferramenta e o observador. Ela nos informa sobre as acões possíveis, e ainda permite agir no sistema. Para o designer alemão Gui Bonsipe, a interface revela o caráter de ferramenta dos objetos e o conteúdo comunicativo das informações. A interface transforma objetos em produtos. A interface transforma sinais em informação interpretável http://www.gamecultura.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=377&Itemid=9

De acordo com a professora da Universidade de Campinas (Unicamp) M. Cecília C. Baranauskas, o conceito de interface era entendido no início como o hardware e o software através dos quais uma pesoa extraía informações de um computador. Hoje, o conceito de interface inclui também aspectos relativos ao processamento perceptual, motor, viso-motor e cognitivo do usuário. Desde o momento em que o utilizador abre a caixa, começa interagir com o produto e, assim, começa a sua experiência.

Durante a breve pesquisa, cheguei a um exemplo de interface digital: os arquivos digitais de áudio no formato Midi (Musical Instrument Digital Interface). Aqui, os sons produzidos por uma guitarra , por exemplo, são codificados digitalmente em uma placa de som de computador. Então este arquivo é levado da placa à caixa de som, que faz a guitarra “ser tocada” no computador. http://www.jornaldosamigos.com.br/musica.htm

Neste sentido então, interface pode também ser entendida como um simulacro, na medida em que simboliza um dado tomado da realidade analógica. O filosófo francês Jean Baudrillard aborda o tema em “Simulacro e simulação”, de 1981. No livro, o autor argumenta que a sociedade tende a substituir a realidade por um universo de símbolos, compostos essencialmente pela linguagem, a cultura e a mídia.

Por fim, interface digital também é uma profissão. O Senac oferece um curso de bacharelado em desing, com Habilitação em Interfaces digitais. O objetivo do curso, segundo a instituição, é formar profissionais que, através do domínio das ferramentas tecnológicas e dos conhecimentos adquiridos sobre cultura contemporânea, linguagem visual, plástica e senso estético/funcional, possam criar soluções eficazes para a comunicação digital e projetos de artemídia.

Saturday, March 03, 2007

Sandra: outras referências

Definições de Interface
Quando falamos em interface, logo pensamos na parte visível de um programa de computador, na tela do monitor, enfim, no que nos permite interagir com a máquina. Segundo Cláudia Duarte, Mestre em Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da UFRJ e sócia da Avelar & Duarte Consultoria e Design, interface é “um intermediador que regula a interação entre processos, não ficando apenas associada a computadores e usuários. Qualquer mediador (aos quais dispositivos ou agentes estejam relacionados) pode constituir uma interface”. Pode-se, portanto, ampliar o conceito: uma alavanca é uma interface. O telefone, a assessoria de imprensa de uma empresa também são. “A interface constitui um ambiente de relações”, diz Cláudia. “Mas fica sempre ‘entre’: entre dispositivos, entre representações, entre processos, contextos, agentes, entidades."É exatamente isso que diz o filósofo Pierre Lévy, doutor em Ciência da Informação e da Comunicação pela Universidade de Sorbonne, na França: "interface é uma superfície de contato, de tradução, de articulação entre dois espaços, duas espécies, duas ordens de realidade diferentes: de um código para outro, do analógico para o digital, do mecânico para o humano [...] Tudo aquilo que é tradução, transformação, passagem, é da ordem da interface." (1993).Um livro, por exemplo, pode ser considerado como uma interface, onde o princípio da escrita é apresentado como interface visual da língua ou do pensamento. A interface "livro" possui elementos que nos orientam em sua "navegação" (leitura), como a numeração das páginas, os títulos, subtítulos e o índice.Realmente, o objetivo da interface é facilitar a interação entre dois elementos; nesse sentido, ela deveria ser transparente para o usuário. Existem, porém, pesquisadores que defendem a idéia de que a interface tem também uma função estética. Em um interessante artigo (em inglês) publicado pela revista Receiver, da Vodafone, Lev Manovich – Professor de Artes Visuais na Universidade da Califórnia em San Diego – afirma que o paradigma da transparência fez sentido até a metade dos anos 90, quando as pessoas praticamente não utilizavam equipamentos de informática fora do trabalho. Mas o número de interações aumentou e esses equipamentos se tornaram companheiros íntimos das pessoas. Quanto mais se usa um celular, um computador, um MP3 player ou qualquer outro equipamento pessoal desse tipo, mais se está “interagindo com uma interface”. Segundo Manovich, “os designers não tentam mais esconder as interfaces. Em vez disso, a interação é tratada como um evento, opondo-se ao ‘não-evento’ do paradigma anterior da ‘interface invisível’. Colocado de outra maneira, o uso de equipamentos pessoais de informática é hoje concebido como uma experiência cuidadosamente orquestrada, em vez de meramente um meio para atingir um fim. A interação explicitamente chama atenção para si mesma. A interface envolve o usuário em um tipo de jogo. Pede-se ao usuário que devote significativos recursos emocionais, perceptuais e cognitivos para o próprio ato de operar o equipamento.” Segundo o novo paradigma, portanto, a interação tornou-se uma experiência não só estética, mas significativa. Referência bibliográfica:LEVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

Vivi também envia suas pesquisas

Fiz uma breve pesquisa e encontrei algumas definições de interface, entre elas:Em informática – interface do utilizador é o conjunto de características com a qual os utilizadores interagem com as máquinas, dispositivos, programas de computador ou alguma outra ferramenta complexa.Interface física – é um dispositivo que efetua ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento a uma porta de entrada a outro equipamento. Ex. entre um computador de um periférico a um computador.Interface jornalística – é a forma com a qual se conduz a notícia ao leitor, seja por meio de jornal, revistas, sites, etc.Baseada nestas informações, concluo que interface é uma forma de conexão, seja entre pessoas e/ou entre máquinas.Espero não ter ‘viajado’ muito na resposta.

Mais links encontrados por Daniela

A Daniela fez uma "varredura na internet" e encontrou os seguintes links com definições sobre interfaces.

Definições de Interface na internet:No uso comum da palavra, uma interface é o ponto, área ou superfície ao longo da qual duas substâncias ou outras coisas qualitativamente diferentes se encontram. pt.wikipedia.org/wiki/Interface dispositivo com finalidade de conexão entre dois equipamentos que não possuem as mesmas funções.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=69&oi=define&q=http://www.tudosobretv.com.br/glossa/gloss_i.htm&usg=__xU7pKznhQuNzWV-F2Hy3ovxbzGM= Uma superfície entre dois espaços. Por exemplo, a tela do micro, que é a interface entre o usuário e o sistema. Ou um ícone na tela, que é a interface entre o usuário e um programa.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=70&oi=define&q=http://www.viphostsystem.com/glossario/glossario.html&usg=__dAYwpnlMjwRg6XLE33XH7AaqsnQ= Dispositivo intermediário entre componentes de um computador, entre computadores ou entre computadores e usuários.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=71&oi=define&q=http://www.sinopse.info/gloss/gloss-i.htm&usg=__XZpsAH3J4394NWQir2w7Mu0JMWw= É o que realiza comunicação entre o usuário e o computador, um exemplo é o monitor onde podemos ver as informações na tela .http://www.google.com.br/url?sa=X&start=72&oi=define&q=http://www.muitasdicas.hpg.ig.com.br/vocabulario.htm&usg=__4pD-L3i2SOOaxhJJ7cT2dDobXEA= Conexão entre dois dispositivos em um sistema de computação. Também usado para definir o modo (texto ou gráfico) de comunicação entre o computador e o usuário.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=73&oi=define&q=http://www.katiafaggiani.zevallos.com.br/clientes/glossario.asp&usg=__bW_6GiJNNJcO63Idp0qrutZ6csU= Uma especificação de comportamento abstrato, que as classes individuais podem então implementar.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=74&oi=define&q=http://www.linhadecodigo.com.br/artigos.asp%3Fid_ac%3D95&usg=___abztmznNOwa5pb7YI1sQNCMsII= É a forma de relacionamento e interação entre o usuário, o programa ea máquina. Uma interface é um conjunto de chamadas possíveis a bibliotecas que contêm rotinas implementando determinados objetivos, neste caso, comunicação entre máquinas.http://www.google.com.br/url?sa=X&start=75&oi=define&q=http://www.flaviowenzel.hpg.ig.com.br/informatiques/i.html&usg=__CwFNoaL-7Vav6nOjnx_Bz7cC2Kg= Significa a forma de relacionamento entre o usuário e um programa, ou até mesmo o próprio computador. Interface amigável refere-se a um programa onde a pessoa entende exatamente o que deve fazer para atingir seu objetivo no programa. http://www.google.com.br/url?sa=X&start=76&oi=define&q=http://www.lvcursos.hpg.ig.com.br/glossario.htm&usg=__qrieM56Scxid4ffJIajBPkKCIy4= Ao criar um programa de computador, você deve criar a interface do seu programa com o usuário. É nesse momento que você colocará os objetos no Form e alterará as propriedades em tempo de design, Nessa fase você deverá seguir algumas regras para que seus objetivos sejam alcançados.rizzatti.net/emerson/visual/conceit.php

Daniela Arruda dá o pontapé inicial

A Daniela Arruda enviou o primeiro post sobre o desafio que fiz na aula, para que definissemos o que é Interface.

Ela escreve:


Olá professor Walter,
Na minha definição, interfaces são partes que separam e ao mesmo tempo integram homem e máquina. Os dois são divergentes, mas se convergem em um ponto, como o caso da comunicação. Um depende do outro, o homem cria e evolui com a máquina. Na comunicação, a ligação é a mesma. Para que ela seja eficiente e atinja seus objetivos – alcançar o maior número de pessoas possível de forma cada vez mais rápida e prática – é necessário que ela se adapte aos atuais e futuros meios de transmissão de informações conforme a tecnologia. Entendo que interfaces é o liga um mundo ao outro e os torna único, acessível.
Encontrei um texto interessante sobre interfaces.

Interfaces inteligentes
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/20/interfaces-inteligentes/
20 de fevereiro de 2006, 0:00
O uso de canais online é uma oportunidade para as empresas.
Por Marcello Póvoa
A oportunidadeA proliferação da base instalada de PCs e celulares criou para as empresas novos canais de geração de receita e relacionamento com o consumidor final e o público corporativo. No Brasil os números seguem crescendo com cerca de 12% da população usando a internet, enquanto mais de 40% usam celulares. No mundo corporativo não existem métricas precisas, mas certamente os números são muito maiores, incluindo aí uma disponibilidade significativamente mais farta de banda larga.
Independente do segmento da empresa, existe uma oportunidade no canal online que deve ser capitalizada. Iniciativas de e–commerce, formação de CRM, gestão do conhecimento, dentre outras, podem gerar receitas e fortes reduções de custo.
Fator críticoNo desenvolvimento e manutenção de um canal on-line, um dos fatores mais críticos de sucesso está no projeto da interface. A interface é a membrana que fica entre o usuário e o sistema. Todos os elementos que visualizamos e interagimos ao usar um PC, celular, PDAs e afins compõem a interface que tem como fim intermediar a relação entre o ser humano e o sistema computacional que está do outro lado.
Assim, um projeto de interface bem executado deve permitir tanto ao negócio quanto ao usuário atingirem seus objetivos, de uma forma fácil e agradável. Por exemplo, uma boa loja de comércio eletrônico deve ser capaz de alavancar vendas para a empresa e simultaneamente facilitar o processo de compra para o consumidor. A cadeia de lojas GAP nos EUA investiu recentemente US$ 10 milhões em sua nova loja online, boa parte em cima do projeto de interface.
Um outro bom exemplo é a intranet da Cisco Systems, que tem cerca de 3.5 milhões de páginas. Houve recentemente um reprojeto de interface que fez com que o tempo médio de execução de tarefas comuns diminuisse em 17.6 segundos. Baseado neste tempo economizado pelos funcionários, chegou–se a uma redução de custos de US$ 3 milhões para a empresa.
Interfaces inteligentesPara catalizar o negócio bi–lateralmente (empresa e usuário) uma interface deve agir e reagir da forma o mais “humana” o quanto possivel, evitanto comportamentos mecânicos típicos de sistemas – geralmente desagradáveis para o usuário. Assim, técnicas de marketing que existem há décadas funcionam extremamente bem no projeto de interfaces. Dentre estas técnicas destaca–se o marketing direto, procurando sempre gerar algum tipo de valor que incentive o usuário a progredir no fluxo de compra, transação, procura de conteúdo ou qual seja a situação de usabilidade.
Naturalmente, as funcionalidades dispostas na interface devem estar fundadas em uma tecnologia eficiente para que as ações ocorram. Mais ainda, as ações do usuário na interface podem ser registradas e posteriormente interpretadas para gerar valor agregado e lealdade. Por exemplo, se um usuário visita repetidamente uma determinada categoria de produtos expostos na interface, isto possivelmente sinaliza um potencial de conversão. Consequentemente, uma oferta destes produtos deve ser enviada a este usuário… pela própria interface.
O uso de canais online para negócios será progressivamente mais popular via múltiplas interfaces: principalmente PC, celular e sua TV, que já tem interatividade em alguns serviços de cabo e satélite no Brasil. A questão crucial é fazer projetos com uma visão centrada no usuário e seu comportamento. Afinal, o cliente tem sempre razão. [Webinsider]