Thursday, October 09, 2008
Blackberry com uma nova interface: melhora a inserção de texto
By Associated Press
NEW YORK (AP) _ Research in Motion Ltd., maker of the BlackBerry, is taking on Apple Inc. with a touch-screen phone that puts a new twist on the technology.
RIM is known for its e-mail-oriented phones with large keypads. With the new model announced Wednesday, the Storm, RIM is for the first time giving up the physical keypad in favor of a large screen, just like the one on Apple's iPhone.
But RIM has listened to users who find the iPhone's glass screen awkward to type on because its virtual buttons provide no tactile feedback. The Storm's whole screen is backed by springs, and when pressed, it gives under the finger.
The long-rumored Storm will be available from Verizon Wireless in the U.S. and from Vodafone Group PLC overseas before the holidays, the companies said. No price has been disclosed yet.
In an unusual twist, the phone will work both on Verizon Wireless' network and on Vodafone's, even though they use incompatible technologies. Like a few other Verizon Wireless handsets before it, the Storm will be equipped with radios to handle both networks, making international roaming a possibility. The iPhone, carried by AT&T Inc. in the U.S., can already roam internationally.
The addition of a touch-screen phone to the BlackBerry lineup, the mainstay of e-mail-addicted executives and managers, is a testament to the effect of the iPhone. RIM's share of the U.S. smart-phone market has stayed above 50 percent, but the iPhone has clearly helped expand that market.
Over the last year, technology buyers at large corporations have found their employees demanding a touch-screen phone, said Mike Lanman, chief marketing officer of Verizon Wireless.
"Everybody eventually leaves work ... and becomes a person," Lanman said.
The iPhone's facility with Web browsing and movie playing are big reasons for its appeal. The Storm will initially lack an equivalent of Apple's iTunes movie store, though shorter clips will be available through Verizon Wireless' VCast service.
As a Web browser, the Storm more closely emulates the desktop experience than the iPhone does. That's because the screen can distinguish between light touches and firm presses. A light touch can move around a cursor, while a firm press activates a link, much like moving a mouse cursor has a different effect from clicking a mouse button, said Mike Lazaridis, RIM's co-chief executive.
Verizon Wireless is the last of the four national U.S. brands to unveil a flagship touch-screen model. AT&T has the iPhone, Sprint Nextel Corp. sells the Samsung Instinct, and T-Mobile USA just announced the G1, the first phone to run Google Inc.'s software. Verizon Wireless does have other touch-screen phones in its lineup, but none that it has promoted with as much vigor as other carriers have.
Copyright 2008 The Associated Press.
Tuesday, October 07, 2008
Capecete de ficção científica para ver e se conectar com o mundo
É a teoria de McLuhan, das extensões do corpo humano! Com um aparelho desse é possível ver filmes em alta definição, em tamanho gigante, como se fosse a extensão do nosso olho. Achei muito divertido! É a ficção científica chegando ao mundo real..

Visor de 'capacete' multimídia simula tela de 50 polegadas
Produto armazena conteúdo, além de exibir arquivos de iPod e de sites. Usuário pode controlar funções com movimentos da cabeça.
Do G1, em São Paulo
Conteúdo pode ser armazenado no próprio aparelho. (Foto: AP)
A fabricante japonesa Nikon apresentou, nesta terça-feira (7), um headset multimídia para os usuários ouvirem música, assistirem a filmes e navegarem pela internet. Chamado de Media Port UP300, o produto lançado no Japão tem um visor LCD que, de acordo com o fabricante, equivale a assistir TV em uma tela de 50 polegadas, a três metros de distância. O conteúdo disponibilizado (músicas e vídeos) pode ser armazenado no próprio aparelho, que tem capacidades de 4 GB e 8GB.
Outra alternativa é conectar o Media Port a tocadores digitais, como iPod, via cabo USB para transferir os arquivos. A navegação na internet fica por conta da tecnologia sem fio (Wi-Fi), que exibe na telinha o conteúdo de sites. Alguns controles, como o de volume, podem ser feitos sem as mãos, apenas movimentando a cabeça para cima, para baixo e para os lados. O lançamento no Japão está marcado para dia 15 de outubro. O modelo de 4 GB sairá por US$ 590, enquanto o de 8 GB custará US$ 690.
Monday, October 06, 2008
BLACKLE
Segundo o "Google Trends" (site de estatística do Google, www.google.com/trends), em média 3.750.000 pessoas acessam o Google simultaneamente.Sendo assim, se a tela do Google fosse preta, haveria uma economia mundial de cerca de 750 MegaWatts/hora. 1 kWatt = R$ 0,02 = 750 000 kWatt = R$ 15.000,00.
Se a tela do Google fosse preta, haveria uma economia mundial de cerca de R$ 15.000,00 por hora.
Pensando nisso, o Google criou o "Blackle" http://br.blackle.com . Um site igual ao Google, porém preto. É legal que ele conta quantos usuarios estão logados no momento e mostra quanto está sendo poupado por hora (em kW).
Saturday, October 04, 2008
Tem uma webcam... então interaja de outra forma
Se tiverem uma webcam, vocês podem testar um site que permite navegar pelo movimento do corpo. Entrem e façam o teste.
http://www.hrp.com/
Thursday, October 02, 2008
Primeira fábrica de semicondutores da AL será em São Paulo
Bianca Pinto Lima, do estadao.com.br
SÃO PAULO - A primeira fábrica de semicondutores da América Latina será na cidade de São Carlos, no interior do Estado de São Paulo. A produção se dará em parceria com a empresa norte-americana Symetrix e contará com um investimento de mais de US$ 1 bilhão. O anúncio oficial será feito nesta quinta-feira, 2, às 11 horas na reitoria da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus da capital.
O Estado disputava o investimento, desde o início do ano, com Rio de Janeiro e Pernambuco. Calcula-se que a nova indústria irá gerar pelo menos 700 empregos diretos na cidade. Os semicondutores são utilizados na fabricação de chips de memória para cartões inteligentes, que podem ser aplicados nos setores bancário, de transporte coletivo ou na produção de TV digital.
Wednesday, October 01, 2008
Práticas Colaborativas na Rede
REDE ELÉTRICA LEVARÁ INTERNET AOS DOMICÍLIOS
A rede elétrica se tornará o meio de acesso mais comum à banda larga. Com preço mais competitivo, a internet por cabos de energia ou PLC (Powerline Communication) poderá chegar a 98% das residências do Brasil em poucos anos.
Testes da Anatal - Agência Nacional de Telecomunicações - com os PLCs variaram velocidade de la 6 megabits por segundo (MBps). O resultado está de acordo com o conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT).
A regulamentação sobre o uso da rede ainda está sob consulta pública Anatel, onde deve permamecer por 30 dias. Mesmo desconhecendo os planos das concessionárias de energia, a agência já sabe que algumas delas estão interessadas em tonar-se prestadoras diretas de PLC.
E a expectativa do consumidor é que esse sistema, realmente, venha ser implantado. Por dois motivos fundamentais: preço e as sucessivas (às vezes freqüentes) quedas de sinal nos atuais sistemas em atividade no Brasil.
Jornal: The News Imóveis (13 a 19 de setembro de 2008 - Ed. 37 O).
Tuesday, September 30, 2008
Tags em vídeo na Web
Datas das apresentações dos seminários
Alunos
Conforme ficou definido na última aula, segue abaixo a ordem (sorteio) para apresentação dos seminários.
Lembro que cada aluno terá de 15 a 20 minutos para a apresentação do seu tema.
27/10
Denise
Alessandra
Karina
Luiz Gabriel
Alexandre
Ana Paula Casagrande
3/11
Lenira
Ana Paula Gomes
Amanda Vidigal
Camila
Vivian
Juliana
10/11
Debora
Angela
Flavio
Sonia
Ana Paula Alves
Aretha
17/11
Thiago
Michelli
Alice
Marina
Bruno
Guilherme
Roberta
Monday, September 29, 2008
IPTV
Os serviços de IPTV (TV pela internet) devem movimentar cerca de US$ 4,5 bilhões no mundo neste ano, praticamente o dobro da cifra registrada no ano passado, quando o setor alcançou US$ 2,3 bilhões, segundo levantamento do Gartner. A expectativa é que esse mercado atinja US$ 19 bilhões em 2012. No total, o número de assinantes de IPTV tende a crescer 64,1% neste ano, chegando a 19,6 milhões, ante um total de cerca de 12 milhões no ano passado.
O estudo aponta que, até o fim deste ano, 1,1% das residências no mundo terão assinaturas de IPTV, número que deve atingir 2,2% em 2012. "A grande mudança em relação a 2007 é a rápida adesão dos consumidores a esses serviços, o que tem obirgado as operadoras de IPTV a inovarem suas ofertas. O consumo de vídeos será crescente", afirmou o diretor de pesquisas do Gartner, Elroy Jopling.
A América do Norte é a região que gera as maiores receitas com IPTV e a expectativa é que movimente uma receita de US$ 2 bilhões neste ano e de US$ 8 bilhões em 2012. No entanto, a Europa é atualmente a região com maior penetração, a qual deverá ter até o fim deste ano 8,2 milhões de assinantes, número que tende a chegar a 18,8 milhões em 2012.
"Antes de 2008, as operadoras de IPTV estavam focadas na expansão de sua presença e na oferta eficiente de uma alternativa aos serviços de TV a cabo e por satélite. No futuro, principalmente em mercados desenvolvidos, veremos uma ênfase na inovação e na diferenciação de serviços de TV paga", concluiu Jopling.
Fonte: Revista T.I Inside
Thursday, September 25, 2008
Wednesday, September 24, 2008
COMEÇA AMANHÃ A HI-FI SHOW, MAIOR FEIRA DE AUDIO E VIDEO DA AMÉRICA LATINA
NOVIDADES:
- Caixa Acústica em design moderno e alta fidelidade (Dynaudio-Safira). O par custa mais de US$ 40mil dólares. Produzida em comemoração aos 30 anos de fundação da empresa, produção limitada. Seis delas vieram para o Brasil.
- Sala de cinema de alta resolução e som high end para 30 pessoas. Custo R$ US$ 350 mil.
- 40 quartos do Hotel Holiday Inn transformados em salas de áudio ou de vídeo para que os visitantes possam testar, in loco, os equipamentos que serão lançados no mercado high end (alta fidelidade);
- Casa Digital, um stand-casa toda automatizada, com as novidades em áudio, vídeo, automação, iluminação e telefonia 3G, Mídia Center e Linha Branca;
- Exposição de produtos que serão lançados no mercado como TV de Plasma, LCD, Blue Ray, Telefonia, automação, áudio e vídeo do mercado de Consumer (varejo). Todos com preços convidativos.
- CDs e DVDs de filmes e de shows a preços promocionais
- Equipamentos que tocam vinil de alta fidelidade entre outros.
Este ano a HI–FI SHOW conta com a parceria inédita da maior Universidade de instaladores de sistemas eletrônicos a CEDIA – Custom Eletronic Design & Installation Association, (Associação de Projetistas, e Integradores de Eletrônica Personalizada – Fundada em 1989, tem mais de 3 mil empresas associadas no mundo todo.) que oferecerá cursos de especialização a profissionais do setor ministrados durante o evento. Informações: www.cedia.org
Evento: 12ª HI – FI SHOW/CEDIA
Data horário Exposição: 25 e 26 de Setembro, das 14h às 22hs e dia 27/09, das 13h às 21hs
Data horário Curso CEDIA: 26 e 27 de setembro
Inscrições: www.cedia.org
Local: Hotel Holiday Inn/Parque Anhembi – Exposição High End – (Av. Prof. Milton Rodrigues, 100 – SP) no Mezzanino e 1º andar e Centro de Convenções do Anhembi – Exposição Consumer e CEDIA (Av. Olavo Fontoura, 1209; SP
Realização: Revista Áudio & Vídeo
Faixa Etária: acima de 10 anos
Entrada R$ 10,00
Tuesday, September 23, 2008
Google lança seu telefone

Monday, September 22, 2008
Touch Smart PC da HP
Olá pessoal,
Para os amantes da tecnologia, a HP está lançando esta semana no Brasil, o Touch Smart PC. Achei o vídeo no You Tube e confesso que será minha próxima aquisição (rs).
Interatividade na veia!
Abraços a todos
Saturday, September 20, 2008
Com celulares e um site, motoboys de SP mostram o que vêem pela cidade
Wednesday, September 17, 2008
Tuesday, September 16, 2008
Reputação online
O site entrevistou Don Peppers, um especialista em CRM (Costumer Relationship Management, conceito de gerenciamento do relacionamento com os clientes) e resultou nesta matéria que tenta fazer um apanhado sobre os impactos da internet na reputação das companhias.
Ele cita o chamado Dell Hell como exemplo, em que a reputação da companhia de PCs norte-americana sofreu danos após reclamação de um cliente na web.
E mais, Peppers trata, ainda, da tentativa de empresas em ter controle, ou melhor, "diminuir os danos", sobre a fama nesta realidade sem parâmetros de credibilidade estabelecidos.
Monday, September 15, 2008
Alessandra recomenda e-link da revista Esquire
Quero postar uma novidade - mais uma interface usada pela mídia - a "e-ink" utilizada na revista Esquire - vejam: http://br.youtube.com/watch?v=9EWb1zHIx38
Thursday, September 11, 2008
Tuesday, September 09, 2008

O rap já atraiu mais de 1 milhão de visitas ao youtube.
http://br.youtube.com/watch?v=f6aU-wFSqt0
Imagem: AP
Percepção - Sobre as experiências sensoriais e as comunicações
Navegando na rede localizei uma empresa, a Humex, fundada este ano - conforme indica o link Empresa -, que oferece soluções de mídia neste contexto.
É possível ter um panorama dos projetos que envolvem formas de comunicação interativa no link Interactive Surfaces.
Percebi, somente então, que esse é um mercado que vai além do âmbito acadêmico, ou seja, pode mesmo extrapolar as fronteiras da comunicação convencional.
Tuesday, September 02, 2008
Aula sobre percepção
O conteúdo overview sobre Cognição
O conteúdo inicial sobre Percepção
Aos alunos que ainda estão com dúvidas sobre o texto a ser entregue na próxima semana: tenham calma. Apenas desejo que estruturem um pensamento tendo como base o que conversamos nas aulas. Pegue um tópico que foi interessante Juntem a isso, outras referências que desejarem. Só peço que façam um texto coerente e com referências (livre escolha, mas que tenham um conhecimento estruturado e reconhecido)
Monday, September 01, 2008
Ficção ou realidade?
A realidade das máquinas nos amendronta?
Inclusão Digital
A imagem acima, feita em agosto último, contempla jovens budistas tibetanos aprendendo informática em um Monastério na cidade de Bylekuppa, Índia.Estabelecida pelo Governo local para acolher tibetanos refugiados das décadas de 50 e 60, Bylekuppa, a 250km de Bangalore, se tornou o maior assentamento tibetano fora do Tibet.
Fonte: AFP.
Thursday, August 28, 2008
Personal TV: The Reinvention Of Television
Tuesday, August 26, 2008
Uso intensivo de e-mails altera Q.I.
*ESPECIALISTA EM GERENCIAMENTO DE TEMPO E PRODUTIVIDADE WWW.CHRISTIANBARBOSA.COM.BR
Friday, August 22, 2008
Mente Cérebro lança edição especial: Armadilhas da Percepção
Por R$ 9,90, o leitor pode penetrar em universo de interações entre percepção, sistema visual, leis da física e estética.
Wednesday, June 11, 2008
Thais Martinez fala de design na Web

Volta ás origens
Sinceramente precisava desabafar... Quantas ferramentas inúteis tenho visto dentro dos sites a cada indexação nos gigantes buscadores. Acredito que os designers tenham que começar a ter mais embasamento teórico, para que servem os ícones, a usabilidade, a navegabilidade...
O que tem acontecido é que o mercado anda numa grande febre de páginas embasadas em flash, com desenhos absurdamente confusos, botões com nomes banais e sem função alguma a agregar ao usuário.
Muitos elementos estão repetidos no mesmo site à exaustão e excesso de recursos eletrônicos que banalizam o trabalho do designer, que ao invés de valorizar a mente pensante do designer acaba o deixando ainda mais suscetível ao que o mercado impõe.
Os Jobs estão cada vez mais idênticos, parece que foi estabelecido um padrão a ser seguido na linha criativa. È simples, só pegar um segmento mercadológico e começar a avaliar os sites expostos ao consumidor. Muitos deles têm a mesma cara, o mesmo formatinho preguiçoso, a criatividade foi substituída por um mundo vago, sem inspiração. Onde o cenário deveria ser bem diferente, valorizando a intelectualidade e abusando da criatividade para coisas usuais, ousadas, que realmente façam a diferença.
O rotulo da web 2.0 está me parecendo algo careta, são tantas as ferramentas, tantas as possibilidades e porque está tudo igual? Precisamos de coisas inovadoras e não bonitinhas, fofinhas, que chamem a atenção do usuário só naquele momento e não crie uma fidelização para a leitura do conteúdo. Abordo o design porque ele é uma ferramenta instigante para a venda de conteúdo, sem ele tudo se torna chato, lembrando que a concorrência dentro da rede é vassaladora.
Segundo uma matéria que li, onde Benjamim Cox, da Central Illustration Agency, de Londres, a tendência é resgatar os valores manuais. As pessoas se enfadaram com os desenhos propostos pela máquina e querem ver aqueles diferentes, que disse no inicio do texto, querem ver coisas criativas feitas à mão e finalizadas é claro, no micro. Os softwares de design são previsíveis, temos que exercitar uma produção digital diferente!
O Neobarroco poderá surgir. Estamos na mesmice, as vinhetas hiper, mega coloridas já desgastaram o leitor, se a solução será formas geométricas, não sei, mas uma única coisa posso afirmar, que dentro desta obra inacabada que é a internet, podemos experimentar, abusar das experiências sensoriais e aproveitar mais a nossa criatividade e copiar menos!
Ilustração retirada do Blog de Brinquedo
Wednesday, June 04, 2008
Publicidade na internet

O número é ainda pequeno se comparado com as mídias tradicionais, mas revela um grande crescimento, mais de 45% em relação a 2006. E a previsão para esse ano é ainda maior, cerca de 3,5% dos investimentos totais do mercado de publicidade, o que significa R$712 milhões.
Nos outros cantos do planeta a mesma coisa acontece. Em 2007, a receita publicitária na web chegou aos 21 bilhões de dólares, 25% a mais que no ano anterior. Os números mostram que a internet foi a mídia que mais cresceu nesse segmento, superando a TV por assinatura (20,6%), os jornais impressos (15,2%) e a TV aberta (8,7%).
Jornais em displays

Esse jornal eletrônico foi lançado no último trimestre de 2007 e já tem mil assinantes que pagam mensalmente cerca de US$ 200 para acessar as notícias. O Herald Tribune também lançou produto parecido, ainda inédito em outros Países.
Em Gotemburgo, o presidente da Associação Mundial de Jornais (WAN), Gavin O'Reilley, afirmou que a maioria dos jornais está preparada para as mudanças na mídia decorrentes das novas tecnologias. "Os jornais estão bem posicionados para o desenvolvimento da moderna mídia. Os relatórios de investimentos de bancos relatam os jornais como uma mídia atrelada ao passado e sem preparo para oferecer a mídia digital, o que é um completo erro. Toda a indústria de jornais sabe do tremendo desafio e da necessidade de grandes estratégias, envolvendo o mundo digital. Terão sucesso aqueles publishers que se capitalizarem e reconhecerem a mídia matrix. Felizmente, é a maioria dos executivos de jornais atualmente", afirma Reilley.
Friday, May 30, 2008
Programa "Interfaces Digitais" - 2.o Semestre de 2008
INTERFACES DIGITAIS NAS ORGANIZAÇÕES E NA MÍDIA
Docente: Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Junior
Ementa
A disciplina Interfaces Digitais discute o panorama da comunicação digital através das tecnologias e conteúdos informativos presentes nas mais diversas plataformas como a Internet, HDTV (TV Digital), IPTV (Audiovisual de alta definição via Internet), Games, Celulares e PDAs.
É crescente a demanda por produtores de conteúdo multimídia interativo que dominem os conceitos sobre as interfaces e a percepção visual humana, a evolução e tendências das interfaces digitais, blogs corporativos e jornalísticos, infográficos multimídia, narrativas da linguagem multimídia e modelos de interação multimídia (arquitetura da informação, navegabilidade, usabilidade e interatividade).
O conteúdo ministrado na disciplina conecta o aluno nos conceitos digitais, por intermédio do cruzamento de diversos campos do conhecimento (design, mídias digitais, percepção visual e auditiva humana), proporcionando o entendimento abrangente sobre o desafio no que tange à construção de interfaces digitais multimídias nas organizações e na mídia.
Objetivo
A disciplina visa dotar o aluno de visão pluridisciplinar no campo das interfaces digitais, proporcionando: o entendimento sobre o funcionamento dos aparelhos visual e auditivo do ser humano quanto à captação de informação e seu armazenamento; compreensão de como as interfaces evoluíram até serem digitais e como funcionam tecnologicamente; aspectos fundamentais para construções de interfaces digitais on-line; análise dos impactos no surgimento de novas interfaces digitais.
Estratégias para aprendizagem
Aulas expositivas com discussões em grupo
Aulas com auxílio de Power Point e Breeze
Leituras de textos
Exibição de audiovisual
Exibição de conteúdo via Web
Processo de avaliação
Participação na disciplina- 1,0 ponto
Entrega de textos (2) – 1,0 ponto
Apresentação de seminário – 2,0 pontos
Produção de paper – 6,0 pontos
Conteúdo Programático
18 de agosto
Apresentação do professor e da disciplina
Informações sobre como serão ministrados os conteúdos e critérios de avaliação
Exibição de Audiovisual:
‘Mult touch reel’
25 de agosto
Exibição de Audiovisual:
Filme "Quem somos nós" ou "A evolução da Humanidade, de Jared Diammond"
Debate
Aula sobre Percepções
Funcionamento do sistema visual e auditivo do ser humano (Processos cognitivos de absorção e retenção de informação áudio-visual)
- Anatomia do globo ocular
- Precisão Visual
- Sistemas de atenção
- Sistema auditivo
1.o de Setembro
Continuação das aulas sobre Percepções.
Aula sobre: Fundamentos das cores e formas
Sinais, símbolos e ícones
Exibição de audiovisual:
‘Alexandre Wollner’
8 de Setembro
Evolução das Interfaces Digitais (Interação Humano-Computador/Interfaces Digitais)
Tecnologias e aplicações de Interfaces Digitais
Atividade:
Entrega do texto 1
15 de Setembro
Do analógico ao Digital: quebra de paradgimas
Gramática tecnológica
Conceitos básicos de Interfaces Digitais
22 de Setembro
Linguagem multimídia
Roteiros
Interatividade
29 de Setembro
Estudos de comportamento em interfaces digitais online
Arquitetura da Informação
Navegabilidade
Usabilidade
6 de outubro
Design da Interação
Atividade:
Entrega do texto 2
13 de outubro
Novas interfaces e novas aplicações
Infográficos Multimídia
20 de outubro
Overview sobre as possiblidades de Narrativas Interativas, Newsgames, novas intefaces (e-papers)
27 de outubro
Apresentação de Seminários
3 de novembro
Apresentação de Seminários
10 de novembro
Apresentação de Seminários
17 de novembro
Apresentação de Seminários
24 de novembro
Aula Final
Avaliação do curso
Atividade:
Entrega do paper final
Referência bibliográfica
AMARAL, Adriana; RECUERO, Rachel; MONTARDO, Sandra Portela.Blogs: Mapeando um objeto. Trabalho apresentado no VI Congresso Nacional de História da Mídia, no GT História da Mídia Digital. Universidade Federal Fluminense, 13 a 16 de maio de 2008AYKIN, Nuray.Usability and Internationalization of Information Technology. Lawrence Erlbaum Associates, 2004
BORGES, André. Blog: um ferramenta para o jornalismo. IN: Hipertexto Hipermídia. São Paulo: Contexto, 2007, p 41 a 53
Estudio Eyetrack Medios España: Analisis del comportamiento visual de los internautas y la efectividad de la publicidad online, novembro 2005
FRUTIGER, Adrian. Sinais & Símbolos. Martins Fontes, 2001
GERARD, Alexis; GOLDSTEIN, Bob. Going Visual. Using images to enhance productivity, decision making and profits. New Jersey: Wiley, 2005
GOSCIOLA, Viscente. Roteiro para as novas mídias: do game à TV Interativa, 2003
GUIMARAES, Luciano. A cor como informação. Editora Annablume, 2004
GUIMARAES, Luciano. As cores na mídia. Editora Annablume, 2003
HEIM, Steve. The Resonant Interface. EUA: Allison Welsey, 2008
JOHNSON, Steve. Cultura da Interface. Jorge Zahar, 2001
KRUG, Steve. Não me faça pensar. Alta Books, 2006
MALLOT H A, ALLEN J S. Computational Vision, Information Processing in Perception and Visual Behavior. MIT Press, 2nd Ed, 2000
MEYER, Philippe. O olho e o cérebro. São Paulo: Editora Unesp, 2002
Morgan Kaufmann. Information Visualization: Perception for Design. Elservier, 2004
O´DRISCOLL, Gerard. Next Generation IPTV Services and Technologies. EUA: Wiley-Interscience, 2008
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PINHEIRO, Cristiano Max Pereira. Apontamentos para uma aproximação entre jogos digitais e comunicação. Tese (Doutorado em Comunicação Social) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2007
POYNTON, Charles. Digital Video And HDTV: Algorithms And Interfaces, Elservier, 2003
PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de Interação: Além da Interação Homem-Computador. EUA: Bookman, 2005
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STOLARSKI, André. Alexandre Wollner: e a Formação do Design Moderno no Brasil. Cosac Naify, 2005
WADE, Nicholas J. Perception and Illusion: Historical Perspectives. NY: Springer Science, 2005
Wednesday, May 28, 2008
Thais Martinez chama a atenção!!!
Vocês sumiram!!!! Sei que todo mundo tem mil coisas para fazer, mas tirem um minuto na semana para postarem algo ok?
beijokas
Monday, May 26, 2008
Mercado em UP!
Números na Web
33%: Índice de crescimento o número de domínios registrados na Internet brasileira no ano de 2007. Segundo a Verisign, foram mais de 1,7 milhão. No mundo, o total de domínios registrados já ultrapassou mais de 150 milhões.
64%: percentual de usuários que apontaram “participar de sites de relacionamento (exemplo: Orkut)” como uma das principais atividades desenvolvidas no ano passado. “Enviar e receber e-mails” (78%) e “enviar mensagens instantâneas” (55%) foram outras atividades mais citadas.
22 milhões: “A Internet brasileira é tão impressionante que atingimos o maior número de usuários residenciais ativos em fevereiro de 2008, mês tradicionalmente fraco para a Internet: 1) mês com menos dias, portanto, com menos possibilidade de navegação; 2) período de Carnaval, também com menor possibilidade de acesso residencial, pois muitos usuários viajam durante esse período”.
6,3 bilhões: Montante em reais das compras de bens de consumo realizadas no comércio eletrônico brasileiro em 2007. Esta soma representa um crescimento de 43% em relação aos 12 meses do ano anterior. Para o primeiro semestre de 2008, estima-se uma movimentação em torno de R$ 3,8 bilhões.
9,5 milhões: Total de brasileiros que efetuaram, pelo menos uma vez, compras pela Internet no ano passado. O tíquete médio anual ficou em R$ 302, sendo o Natal a data comemorativa de maior destaque para o comércio eletrônico, com faturamento de R$ 1,081 bilhão e tíquete médio de R$ 308.
Fonte: Revista Webdesign
Wednesday, May 07, 2008
Assisti um evento promovido pela Philips, segunda-feira, no Multishow!
O The Simplicity Event mostrou como a tecnologia pode contribuir para o bem estar e qualidade de vida das pessoas. Não sei se vai ter reprise, mas caso queiram acessar a página é essa! Muito interessante!
http://www.philips.com.br/about/news/press/article-4115.page
Um beijo e até sábado!
Friday, May 02, 2008
MMOs no Brasil
De acordo com o instituto de pesquisas Nielsen/Netratings, em fevereiro de 2008, o Brasil contabilizava 22 milhões de internautas residenciais ativos. O País é líder no ranking médio de tempo de navegação em computadores domésticos, com 22h24min mensais. Em seguida estão Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido.
E onde entram os jogos??! Desses 22 milhões de internautas, cerca de 10 milhões são jogadores dos chamados MMOs (massive multiplayer online games), jogos massivos multijogadores online. Esse número dobrou em um ano. Em dezembro de 2006, cinco das principais empresas que atuam nesse segmento – Gamemaxx, Gunsoft, Kaizen Games, Level Up! e OnGame – mantinham oito jogos desse tipo no País, com cinco milhões de jogadores. Em dezembro de 2007, já eram 15 jogos, com 10 milhões de jogadores.
Entrega 2º texto
Segundo o cronograma das aulas, deveríamos ter entregue o segundo texto sobre as aulas na última sexta-feira (26/04). Como eu, várias pessoas confundiram a data!!
Conversei com o professor e ele nos deixou entregar o texto na próxima aula, dia 10/05. Dessa vez sem confusões com data, hein!!??
bjaum,
Dani
Wednesday, April 30, 2008
Queda na circulação de jornais americanos indica perda de leitores para web
Da Redação do Comunique-se
O Audit Bureau of Circulations anunciou na segunda-feira (28/04) que os números de circulação de 534 jornais diários dos EUA, de segunda a sexta-feira, caíram 3,6% em seis meses, período que terminou de ser contabilizado no dia 31/03, se comparado com o registrado entre setembro de 2006 a março de 2007. Para o escritório que faz auditagem de circulação dos jornais americanos, o resultado pode ser um sinal da migração dos leitores para a internet.
A queda de circulação dos jornais, em seis meses, até 31/03/07 foi de 2,1% e de 2,6%, também no período de um ano, contados até novembro do ano passado.
Os jornais de maior circulação nos Estados Unidos que apresentaram maiores quedas no último ano foram o Los Angeles Times (5,1%), The Arizona Republic (4,7%), Chicago Tribune (4,4%) e New York Times (3,9%).
A informação é do Wall Street Journal
Sunday, April 27, 2008
Thais Martinez fala de Interatividade na WEB


Vector Park
Thursday, April 24, 2008
Pós-graduação em Produção de Games
É isso mesmo, pós-graduação em Games. Para quem ainda não tinha visto, como eu, segue o link do curso realizado no Senac. Thais Martinez/ dados IPTV e BLOG
É o seguinte, nesta busca interminável dentro da rede encontrei alguns dados sobre IPTV na Europa, e também, um dado bem interessante a respeito dos blogs, o ´público gay é leitor assíduo desta mídia. Este dado é interessante para quem está abordando o blog, como novas mídias!
Infelizmente os textos estão in english, espero ter ajudado!
Beijos
Gay Internet Users More Likely to Blog
APRIL 24, 2008
Gay adults are much more active in the blogosphere compared to their heterosexual counterparts, according to a March 2008 Harris Interactive-Witeck-Combs Communications survey.
More than half (51%) of US gay adults surveyed said they read some type of blog. Only 36% of heterosexual respondents said the same.
In addition, 27% of gay respondents had posted a comment on a blog in the last month and 21% had written a personal blog post in the past month. Just 13% and 7% of heterosexuals surveyed did the same, respectively.
"Studies consistently show that gay Internet users are leaders in online usage, are very keen to find relevant and timely information, and feel more strongly about staying on top of latest trends," said Wes Combs, president of Witeck-Combs Communications.
"Blogs are fast shaping the media landscape, and it is one medium that marketers and advertisers can’t afford to ignore, especially when it comes to reaching gay and lesbian influencers, voters and consumers."
Western Europe IPTV Continues Surge
APRIL 22, 2008
Analysys Research forecasts that by 2013, the number of IPTV households in Western Europe will reach 16.6 million, up from 5.8 million in 2007.
As a result, IPTV households will grow from a 6% market share of the Western Europe pay-TV household market to a 15% share in 2013.
The increases are due in part to service providers aggressively discounting and re-positioning IPTV services as entry-level packages.
In Western Europe, IPTV revenues will grow from €600 million ($822 million) in 2007 to €2.3 billion ($2.8 billion) in 2012. Because of the discounting, IPTV revenues will account for only 8% of pay-TV revenues in 2013, despite a 15% share of households.
IPTV advertising, which harnesses the mass-market advantages of broadcasting and the targeting capabilities of the Internet, will be one way to address this gap.
Monday, April 21, 2008
Tecnologia e Meio Ambiente
CCE implanta plano para reaproveitar materiais de informática
Da Redação
18/04/2008 16:23
Agência USP de Notícias
O Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP contará com o apoio de participantes do S-Lab (Laboratório de Sustentabilidade) da Sloan School do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos EUA, para o desenvolvimento de um Plano para a Cadeia de Transformação de Resíduos de Informática, que visa o reaproveitamento e reciclagem de materiais de informática como hard disks, drives e placas, entres outros, os chamados e-waste (lixo eletrônico). “Num primeiro momento, o CCE funcionará como uma unidade piloto do projeto. Posteriormente, a idéia é estender a experiência a todas as unidades da Universidade”, explica Irã Margarido, chefe da seção técnica de atendimento ao usuário do CCE. A ampliação do plano para toda a Universidade contará com o apoio da Agência USP de Inovação. Nesta sexta-feira (18), o CCE recebeu a visita de dois pesquisadores do instituto norte-americano. O objetivo do encontro foi analisar o sistema de reaproveitamento que é feito na unidade e estabelecer diretrizes para implantação do plano. “Em nosso laboratório de manutenção existe uma política de reaproveitamento já estabelecida. Um monitor de vídeo, por exemplo, pode nos fornecer uma peça para a reforma de outro”, exemplifica. "Trata-se de um projeto pioneiro para campus universitário tanto no Brasil como no exterior, que deve servir de referência para que outras universidades possam também reciclar seu e-waste, colaborando para o equilíbrio do nosso ecosistema e evitando o uso inadequado dos resíduos de informática, explica a professora Tereza Cristina M.B. Carvalho, diretora do CCE.
Doações
De acordo com Irã, nas unidades da USP ainda não há uma política definida de destinação desses materiais. “Em algumas unidades da Universidade, quando os aparelhos não ficam ‘encostados’, em alguns casos são reformados e doados a ONGs ou outras entidades”, diz. Na USP há ainda um sistema interno em que as unidades podem manifestar interesse por equipamentos que não estejam sendo utilizados em outras. Mesmo assim, ainda há casos de placas e outros componentes sendo depositados em lixos comuns. Além das peças que compõem computadores, Irã também lembra que os e-waste são compostos de fios e cabos de conexão de redes, teclados, telefones, etc. Questões legais envolvendo a reciclagem dentro do contexto da universidade precisam, ainda, ser discutidas. A idéia de se estabelecer esse plano surgiu no ano passado, quando a diretora do CCE, a professora Tereza Cristina M.B. Carvalho, implantou a Comissão de Sustentabilidade do Centro de Computação Eletrônica. Como etapa inicial, a Comissão está levantando o volume de lixo eletrônico produzido pelo CCE e especificando alternativas para a sua reciclagem. “No futuro, a idéia é repetir este processo para todas as unidades da USP”, conta Irã. O CCE é o responsável pelo atendimento em informática a todas as unidades do campus Butantã e da Capital. Nas unidades do interior, existem centros locais que também deverão ser envolvidos no projeto. Segundo o Anuário Estatístico da USP 2007, a Universidade conta com um parque de informática, incluindo 37.420 microcomputadores. “Um equipamento de informática possui uma vida média de três anos. Após esse período, em muitos, já não se pode, por exemplo, realizar um trabalho de expansão de memória. Às vezes torna-se obrigatória a aquisição de um novo equipamento”, descreve Irã.
Mais informações:
(0XX11) 3091-6428, com Irã Margarido, representante da Comissão de Sustentabilidade do CCE-USP.
E-mail iramarga@usp.br
Saturday, April 19, 2008
A Web em 3D (da Veja)
Novos sites e programas mostram o conteúdo da internet em três dimensões
Carlos Rydlewski
A web em 3D
Searchme
O que é: site de busca da internet
O que faz: em vez de apresentar um resumo do que as páginas pesquisadas oferecem, como as ferramentas de busca tradicionais, mostra imagens dos sites relevantes
Spacetime
O que é: um programa
O que faz: instalado em PCs, modifica a maneira como as informações de sites como Google e eBay são visualizadas
Piclens
O que é: um programa
O que faz: com base em uma palavra-chave, seleciona fotos relacionadas ao tema em sites como Google Images, Flickr ou MySpace e as apresenta num painel tridimensional
Há duas maneiras de visualizar as informações na internet: o sobe-e-desce dentro de uma mesma página e o vaivém entre telas, uma depois da outra. Essa realidade, porém, começa a mudar. Novos programas e sistemas de busca já permitem organizar o conteúdo da web – páginas, fotos ou vídeos – num espaço "panorâmico", de três dimensões. Ou seja, exibem, simultaneamente, várias telas da rede de computadores. "A grande vantagem dessas novas ferramentas é que as pessoas passam a ver, de imediato, um número maior de informações, que ficavam escondidas nas consultas tradicionais", disse a VEJA John Holland, co-fundador do Searchme, um dos expoentes dessa recente geração de produtos.
O principal impacto dessas novidades, pode-se prever, será sobre as ferramentas de busca – ponto de partida para a maior parte das navegações na internet. Quem hoje consulta o Google, por exemplo, obtém uma lista de sites cujo conteúdo é resumido em uma ou duas frases. O Searchme altera esse padrão: em vez de uma lista, apresenta imagens – instantâneos de páginas da internet, com todos os seus gráficos, fotos e textos. Com o cursor, é possível passear de uma página para outra, como quem folheia as páginas de um livro. Trata-se de um efeito semelhante ao obtido com o Cover Flow, da Apple, o programa empregado em produtos como o iPhone e o iPod Touch.
O Searchme ainda está em fase de testes. O acesso a ele é restrito – só será ampliado em meados de abril. Mas vídeos com demonstrações do software podem ser vistos no endereço www.searchme.com. Embora traga outros atrativos – caso da divisão do resultado da pesquisa em categorias –, o Searchme também terá de ampliar muito o seu banco de dados e refinar as equações que utiliza para determinar a relevância dos sites em cada pesquisa. Hoje, existem 85 bilhões de páginas na rede – e o que diferencia o Google é a capacidade de separar o joio do trigo e apresentar ao usuário os sites que realmente respondem aos seus interesses. Mas, se em pouco tempo conseguir dar um salto nessa parte "técnica", o Searchme terá na sua cativante apresentação com telas múltiplas uma vantagem competitiva. Aberta em 2005, a companhia já atraiu investimentos de 31 milhões de dólares do Sequoia Capital, fundo que financiou desde o berçário atuais gigantes da tecnologia como Google e Yahoo!.
O toque que falta: o acesso ao conteúdo dos computadores será facilitado com telas touch screen, como a criada por Jeff Han (acima) e a que consagrou o iPhone
A internet em 3D também pode ser obtida por meio de programas que modificam a aparência de um site. Esse é o caso do SpaceTime. Ao contrário do Searchme, ele não faz a busca, apenas expõe de maneira nova, como no Windows Vista, as imagens previamente encontradas numa pesquisa. É especialmente útil quando aplicado ao eBay. Nesse caso, o SpaceTime mostra as fotos dos produtos consultados como se estivessem num mosaico ou num catálogo, um ao lado do outro. É gratuito e pode ser usado em sistemas operacionais da Microsoft (Windows 2000, XP e Vista). Outro programa desse tipo é o PicLens. Funciona em sites como Flickr, MySpace e Facebook, e também em ferramentas de busca como Google, Live Search e Yahoo!. É uma espécie de slide-show bastante incrementado. O PicLens distribui as fotos em um grande painel tridimensional, como se estivessem na parede de um museu – e é possível "caminhar" diante delas.
A indústria de eletrônicos sempre se preocupou em produzir periféricos novos para os computadores, ou incrementar os existentes. Criar mouses melhores, teclados com maior número de funções, monitores mais nítidos e com um design mais belo é tarefa que mantém as empresas do setor em pé. Entre os aparelhos mais espetaculares lançados nos últimos anos estão o iPhone e o console de jogos Wii, da Nintendo – o primeiro é operado por toques na tela e o segundo tem um controle remoto com sensor de movimentos. A tecnologia da tela do iPhone já está sendo adaptada para notebooks e computadores de mesa. Há mais de um ano Jeff Han, pesquisador do Courant Institute of Mathematical Sciences da Universidade Nova York, tem feito demonstrações das possibilidades desse tipo de recurso. Han criou um telão em que manipula imagens usando a ponta dos dedos, à semelhança do que o ator Tom Cruise fazia no filme de ficção Minority Report. Curiosamente, enquanto todas essas inovações espetaculares transformavam a maneira como o homem interage com as máquinas, as alterações no mundo bidimensional que se vêem na tela dos computadores caminhavam lentamente. A base da interface gráfica dos programas e sistemas operacionais remonta aos anos 70 e surgiu no lendário laboratório da Xerox, em Palo Alto, nos Estados Unidos. Naquele mundo pré-internet, mexer num computador era mexer, acima de tudo, com texto. Hoje, lidar com fotos e vídeos tornou-se trivial. Daí a importância do salto para a terceira dimensão na tela dos computadores, exemplificado pelo surgimento do Searchme, do SpaceTime ou do PicLens. Isso permitirá lidar melhor com esse mundo de imagens.
Thursday, April 17, 2008
Abraços!
Video Games
Exploring Fantasy Life and Finding a $4 Billion Franchise
Sims characters interact in the kitchen of a family home.
In the winter of 1860 Milton Bradley, a lithographer in Springfield, Mass., released a new game he had developed called the Checkered Game of Life. Its players began on a checkerboard square called Infancy and tried to make their way through various trials to the destination of Happy Old Age.
Electronic Arts has established a series with $4 billion in sales by allowing players to celebrate the actions of everyday life.
Before radio, before phonographs, at a time when cards and dice were tainted in the popular imagination by their association with gambling, that first version of Life in some ways opened the modern age of in-home games. Almost 150 years later, it still isn’t often that a new game breaks into the canon of family entertainment. The classics — the likes of Monopoly, Scrabble and Risk — are many decades old. In board games there hasn’t been a new mass phenomenon since Trivial Pursuit’s debut 26 years ago.
But over the last eight years the Sims — Life’s modern, digital descendant — has found a place in millions of homes and hearts beside all those creations of cardboard and laminate. On Wednesday Electronic Arts, the Sims’s publisher, plans to announce that the series has sold more than 100 million copies (including expansion packs) in 22 languages and 60 countries since its introduction in 2000.
All told, the franchise has generated about $4 billion in sales or an average of $500 million every year for the last eight years, placing the Sims in the rarefied financial company of other giants of popular culture like “American Idol,” “Star Wars” and “Harry Potter.”
But beyond the facts and figures, the Sims has become one of the most famous game franchises (behind perhaps only Mario) because it has heralded the evolution of video games into mainstream entertainment. Years before the Wii, before Nintendogs, before Guitar Hero and World of Warcraft and the other recent hits credited with rescuing games from the clutches of geekdom, the Sims was entrancing girls in a medium most often aimed at men. In a video game universe dominated by living room consoles, the Sims has remained a more intimate experience on office and bedroom PCs. In a world reshaped by the Internet, the Sims has remained almost entirely an offline, single-player experience.
So how did a game in which the action is as mundane as scrubbing a toilet, having a kid or flirting with a neighbor come to captivate so broadly?
If the Sims were a TV show, there would hardly be a question. Since the early 1970s, many of the most popular television shows have been set in locations no more exotic than a living room, from “All in the Family” through “The Cosby Show” and “Seinfeld,” not to mention telenovelas and daytime soap operas. As a noninteractive medium, television has often proved most powerful when it provides a clear reflection of the lives of its viewers. Because they are at once immediately recognizable but at a safe distance outside one’s self, classic television characters like Archie Bunker can provide an insightful lens on the vagaries of modern life.
Most games are different. Rather than peer in from outside, their players in some way become the protagonists and must take responsibility for their actions. That act of inhabiting another character, rather than merely watching it, creates a moral and dramatic responsibility for both the designer and the consumer.
The easy way to handle that responsibility has usually been to place video games in environments that at least appear to have little to do with reality. In a game with no human characters, that’s easy; think of Pac-Man, Tetris, Minesweeper. When human characters are introduced, that flight into the fantastic usually means a science-fiction universe, a war zone, a realm of orcs and elves or a land of cheerleaders and quarterbacks. Lately, new games have allowed people to channel their inner rock stars.
All those sorts of games are about allowing people to explore external expressions of their fantasy lives, precisely because the settings are so outlandish. After all, how many of us are really going to win the Super Bowl, pilot a spaceship or slay a dragon?
The Sims has stood out because it is perhaps the only game series that is fundamentally about exploring the inner expressions of a person’s fantasy life. There is no way to avoid it. Just as a novelist’s every character in some way reflects the writer, every Sim in some way reflects its creator. Even if that “ ‘Desperate Housewives’ meets ‘Kramer vs. Kramer’ ” household you made doesn’t appear to reflect your real life, it does reflect some aspect of you.
In that way the Sims is a very different experience from the SimCity line that began in 1989. SimCity is a traditional strategy game in that it is presented at a level of abstraction where individual people are nothing more than antlike dots; there is little emotional, as opposed to merely proprietary, connection. The Sims, by contrast, is all about managing idiosyncratically individual lives of your own concoction.
If this all sounds a lot like playing with dolls, you’re right. The core, most passionate audience for the Sims has become school-age girls. Across many years and many cultures, girls have long been the demographic group that most gravitates toward playing at “real life.” (Boys, meanwhile, with their footballs and toy soldiers, as with their video games, have usually played at inhabiting some external, aspirational identity.)
As we age, we sometimes become more reluctant to explore publicly the what-if of our lives, to admit to wondering what else we could have become. Last weekend I sat an adult friend down at the Sims and suggested she start her own virtual household. “This feels like a psychological test,” she said warily, looking up at me with suspicion.
Of course it is. And it will come as no surprise in the coming years to hear that some therapists are incorporating the Sims into their practices. Why ask, “Tell me about your family?” when you could ask, “Why don’t you create your family?”
In that vein, one of the most telling elements of the Sims’ popularity is that it has never really succeeded online. Electronic Arts once thought that people would flock to manage their digital families together in cyberspace neighborhoods, but that has not been the case. While little girls have no shame or self-consciousness about opening their virtual homes, it turns out that adults are more circumspect. For adults, playing the Sims can be like writing a diary. And that is the big difference between the Sims’ cycles of death and birth and the simulated aging in a social board game like Life.
“What we’ve discovered is that the Sims is a very private experience for a lot of people,” Rod Humble, head of the Sims studio, said in a telephone interview last week. “It’s private because it’s set in real life. Rather than on a console in the living room where everyone can see, you generally play on a handheld or on a PC in the study, where no one can look over your shoulder. You get to tap into this wonderful childhood imaginary game, which is ‘What if I could create my own little world and all the people in it and watch them go through their business and jump in and change things when I want?’ That is a pretty personal fantasy.”
Tuesday, April 15, 2008
Faz até chamadas telefônicas!
15/04/2008
Novo celular pode substituir cartão de crédito na hora das compras
6212 Classic, da Nokia, também pode ser carregado com créditos de vale-transporte. Lançamento chega à Europa no segundo semestre, por cerca de US$ 316.
Da Reuters
Nokia 6212 Classic pode substituir cartão de crédito e receber créditos de vale-transporte
A Nokia, maior fabricante mundial de telefones celulares, apresentou nesta terça-feira (15) o modelo 6212 Classic, com NFC (Near Field Communication) integrado, que permite troca de arquivos com outros celulares.
Além das características "básicas" dos aparelhos modernos, como câmera fotográfica e tocador de música, o 6212 Classic pode ser usado como "moeda".
O aparelho funciona como bilhete de pagamento em transportes públicos e cartão de compras. O usuário carrega os créditos das passagens sem precisar comparecer a postos de atendimento e cadastra os dados de seu cartão de crédito no celular para acessar a conta on-line.
O aparelho tem previsão de chegar ao mercado europeu no terceiro trimestre, ao preço de aproximadamente 200 euros (US$ 316), sem contar impostos e subsídios.
Wednesday, April 09, 2008
Thais Martinez fala do crescimento da World Wide Web
O acesso da internet domiciliar e de locais públicos foi o que mais cresceu em 2007. As facilidades para a compra do computador e também ao acesso mais viável a banda larga, ajudaram para que esse cenário tornasse realidade.
O total de residências com acesso em 2006 era de 6,5 milhões, já em 2007 o número saltou para 9,3 milhões, conforme a pesquisa GNetT-Global Internet Trends, do Ibope/ Net RanTing. Dentre os usuários, a faixa etária é de 2 anos de idade ou mais, o crescimento no mesmo período saltou de 22,1 milhões para 32,1. Um crescimento de 50% entre janeiro d e2006 e janeiro de 2007.
Em 2008 o tempo médio de navegação mensal por pessoa cresce constantemente, chegando a marcar 23H12 min em janeiro e 22h24min em fevereiro, um tempo médio de 25 horas mensais. Este dado só foi possível ser concretizado através da migração da linha discada para as redes de banda larga, totalizando mais de 79% dos usuários residenciais, já migraram para a banda larga.
O público masculino domina somente com 1%, totalizando 51% os acessos na rede. Mas o uso da banda larga entre mulheres tem crescido acima da média, entre janeiro de 2007 e janeiro de 2008, houve um aumento de 67%..
A classe C é a que tem mais contribuído para o crescimento do número de usuários na internet, segundo a última pesquisa Internet Pop, realizada em outubro de 2007, em nove metrópoles. Cerca de 45% da população de 10 anos de idade ou mais tem acesso a internet, um ano antes, esse índice era de 39%.
Um dado bem interessante e relevante, no final de 2007 a participação conjunta das classes C,D e E igualou-se pela primeira vez às classes A e B. Esses dados refletem os desejos latentes do ser humano por acesso a tecnologia, outro fator importante foi a queda do dólar que auxiliou para que esses desejos fossem concretizados.
Wednesday, April 02, 2008
“Da Olivetti à Internet”
Foi lançado o livro “Da Olivetti à Internet”, que reúne textos de 22 jornalistas brasileiros sobre técnicas de produção de notícia ao longo dos últimos 30 anos. Com artigos que tratam desde a época da máquina de datilografia até o surgimento da rede mundial de computadores, a obra possui 156 páginas e deve ser levada a cursos de comunicação e jornalismo de todo o estado catarinense.
Produzida pela editora Unisul, da Universidade do Sul de Santa Catarina, a publicação foi organizada pelo professor Laudelino José Sarda. Veja a lista completa dos autores: Acari Amorim, Adelor Lessa, Aldo Grangeiro, Apolinário Ternes, Celso Vicenzi, Elaine Borges, Elisabeth Karam, Gervásio Luz, Ildo Silva, Laudelino José Sardá (organizador da antologia), Laudelino Santos Neto, Lourenço Cazarré, Luciano Bitencourt, Marcos Bedin, Mário Medaglia, Mauro Meurer, Orestes Araújo, Orlando Tambosi, Raimundo C. Caruso, Raul Caldas Filho, Salim Miguel e Sérgio Lopes.
Fonte: comunique-se
Tuesday, April 01, 2008
Importância dos sites de busca
Por isso que o Google vale tanto.
Postado por heloisa
Thais Martinez dá dica de evento
26 de abril - sábado10h - A ética é a estética do futuroOs desafios atuais da indústria de comunicação na qual mídia e telecomunicações convergem.Ministrado por: Caio Túlio Vieira Costa - jornalista, professor de Ética Jornalística na Faculdade Cásper Líbero. Preside o Internet Group, empresa da Brasil Telecom que une os serviços iG, iBest e BrTurbo.
11h30 - A interação com o leitor no jornalismo digital Ministrado por: Endrigo Chiri Braz - editor de Mídias Eletrônicas da editora Trip, departamento responsável pelo conteúdo dos sites das revistas Trip e Tpm.
14h - A integração e a otimização das informaçõesO Estadão foi o pioneiro em integrar fisicamente suas equipes. Essa integração é positiva?Como administrar a informação produzida pela redação do jornal e a produzida pela redação do site? Ministrado por: Marcos Guterman - editor do estadao.com.br, versão online do jornal O Estado de S. Paulo, desde junho de 2006. Já trabalhou na Folha de S. Paulo, onde exerceu os cargos de editor de Internacional e editor-adjunto da Primeira Página.
15h30 - O jornalismo digital e a nova linguagemMinistrado por: Rodrigo Flores - gerente geral de notícias do UOL
27 de abril - domingo
10h - O planejamento técnico de um siteA plataforma tecnogica necessária para atingir o objetivo de um projeto. Como desenvolver uma solução e facilitar a navegação. Ministrado por: Christian Haideki Kotsubo - Bacharel em Ciência da Computação (Unesp/Bauru), trabalha com soluções tecnológicas para criação de websites.
11h30 - A criação de um blog de sucessoA descoberta de uma nova linguagem.Ministrado por: Marcelo Tas - diretor, apresentador e roteirista de TV, realizador dos programas Castelo Rá-Tim-Bum e Vitrine, da TV Cultura. Co-produtor do Programa Legal, da TV Globo.
14h - Comunicação, existência e tempo real na era da cibercultura Ministrado por: Eugênio Trivinho - professor e vice-coordenador do Programa de Estudos Professor e Vice-Coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP e Coordenador Geral do CENCIB - Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura (PUC-SP).
15h30 - A 'morte' do editor, o surgimento dos filtros (feeds) e a Web 2.0Novas formas de sobrevivência na infovia, o retorno do senso crítico e o leitor como autor do próprio "jornal".Ministrado por: Julio Daio Borges - engenheiro de Computação (Poli/USP), é editor-fundador do Digestivo Cultural, colunista da GV-executivo, crítico cultural e empreendedor de internet.
Investimento:- Inteira: R$ 600,00 (2x 300,00 - a 1ª parcela no ato da INSCRIÇÃO e a 2ª na primeiro aula)- Estudantes de graduação: R$ 400,00 (2x 200,00 - a 1ª parcela no ato da INSCRIÇÃO e a 2ª parcela no primeiro dia de aula)
- Jornalistas Sindicalizados em São Paulo têm desconto de 10% Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo- Alunos da Faculdade Cásper Libero: 15%
Postado por Thais Martinez
Infográficos no Jornal
até agora, nada de cadastro para poder criar um tópico, um assunto para discussão, um post assinado por mim mesma! Então, resta fazer mais um comentário. Espero que vocês leiam! O Estadão de hoje trouxe uma notícia em infográfico no jornal e também na internet no caderno Link. O assunto tem a ver com games e achei legal a forma de dar a informação. Aqui está o link. Leva um tempinho para baixar.
Boa semana!
http://img01.link.estadao.com.br/
multimidia/infografico/
SaibaPlacasDeVideo.pdf
Postado por Gabriela
Documentário da BBC sobre a Globo
Abraços!!
http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038&q=rede+globo
9:33 PM
Postado por Luis
Thais Martinez "abre os olhos"
A primeira matéria que fiz na pós foi Cibercultura e comunicação em rede, do Sérgio Amadeu e posso falar que ela me abriu os olhos para coisas que acreditava sem bases científicas. COmo a disciplina do Walter tb está ampliando o horizonte, cansei de ler best-sellers sobre internet, tecnologia etc e tal, tudo fogo de palha.
Uma nova interface que é lancada, softwares modernérrimos que não agregam em nada. Enfim, precisamos saber quem são as grandes referências neste setor e saber qual é o nosso objetivo, só assim conseguiremos saber em quem realmente acreditar!
beijos
Postado Por Thais Martinez
Carlos e os "dilemas" científicos
Vou destacar aqui também o comentário da colega Heloisa Rocha na segunda aula do curso, que destacou a guerra "açúcar x adoçante".
Sua avó tem 84 anos e vai fazer um teste... Um ano consumindo açúcar! Depois de anos ingerindo adoçante (aquela subtância que realmente não gosto), ela vai enfrentar esta informação que para muitos era falsa.
Por isso, reitero o que Gabriela disse: "NÃO ACREDITEM EM TUDO QUE ESTÁ A VENDA".
P.S.: "Dizem que a única coisa melhor do que ovo frito é sexo".
Ovo frito é tão bom assim? (RISOS)
Postado por Carlos Sergipe
Gabriela e o ovo
quando conversamos sobre não acreditar em tudo que está à venda por aí, me lembrei desse texto do Veríssimo. Eu o retirei da internet, mas quem quiser pode encontrá-lo também em alguns livros, como "Histórias Brasileiras de Verão", do autor.
Um abraço e boa semana!
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"Ovo"
(Luis Fernando Verissimo)
Agora essa. Descobriram que ovo, afinal, não faz mal. Durante anos, nos aterrorizaram. Ovos eram bombas de colesterol. Não eram apenas desaconselháveis, eram mortais. Você podia calcular em dias o tempo de vida perdido cada vez que comia uma gema.Cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. O ovo é incapaz de matar uma mosca.Sei não, mas me devem algum tipo de indenização. Não se renuncia a pouca coisa quando se renuncia ao ovo frito. Dizem que a única coisa melhor do que ovo frito é sexo. A comparação é difícil. Não existe nada no sexo comparável a uma gema deixada intacta em cima do arroz depois que a clara foi comida, esperando o momento de prazer supremo quando o garfo romperá a fina membrana que a separa do êxtase e ela se desmanchará, sim, se desmanchará, e o líquido quente e viscoso escorrerá e se espalhará pelo arroz como as gazelas douradas entre os lírios de Gileade nos cantares de Salomão, sim, e você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado, sim, e depois ainda limpará o prato com pão. Ou existe e eu é que tenho andado na turma errada. O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil. E os ovos mexidos, e os ovos quentes, e as omeletes babadas, e os toucinhos do céu, e, meu Deus, os fios de ovos. Os fios de ovos que não comi para não morrer dariam várias voltas no globo. Quem os trará de volta? E pensar que cheguei a experimentar ovo artificial, uma pálida paródia de ovo que, esta sim, deve ter me roubado algumas horas de vida a cada garfada infeliz. Ovo frito na manteiga! O rendado marrom das bordas tostadas da clara, o amarelo provençal da gema... Eu sei, eu sei. Manteiga ainda não foi liberada. Mas é só uma questão de tempo.
© Luis Fernando Verissimo
Postado por Grabriela
Monday, March 24, 2008
Thais Martinez fala sobre audiência do Orkut
Orkut encabeça lista dos sites mais acessados do Brasil
Fonte: AdNews
O site americano Alexa estabelece o ranking dos mais acessados na internet. No site, o usuário busca pelos endereços com domínios cadastrados na web e sabe suas exatas colocações em nível mundial e nacional. O sistema também disponibiliza relatórios com porcentagem de acessos vindos de outros países e o número de pageviews da página.
Mundialmente, os primeiros colocados são: Yahoo!, YouTube, Live, Google, MySpace e MSN. No Brasil, a situação é a seguinte: Orkut, seguido por Google Brasil, Windows Live, UOL, YouTube, Globo.com e Yahoo!.
Monday, March 10, 2008
A revolução será televisionada
| A web "é chata e está morta"; é exatamente aí que estão o problema e a oportunidade que a TV tradicional precisa encarar |
MICHAEL HIRSCHORN
Uma das coisas mais cansativas nos devotos das novas mídias é a sua convicção, em nada diferente daquela ostentada por pessoas que aderem a cultos religiosos: para eles, ou uma pessoa "entende" o que é importante ou não entende. Ainda que seja um costume cansativo, isso não quer dizer que não estejam certos, pelo menos em certa medida.
Um exemplo clássico seria a maneira como Steve Jobs [principal executivo da Apple] transformou a indústria fonográfica em refém e praticamente a destruiu. As grandes gravadoras, ao concederem à Apple o direito de vender faixas individuais por US$ 0,99, solaparam o modelo de negócios que as sustentava -vender grupos de canções unidas em um produto chamado "álbum", por até US$ 20 a unidade.
O que elas não perceberam foi o fato de que as pessoas estavam prontas para começar a consumir música de maneira inteiramente nova. As gravadoras viam o iTunes como uma maneira de ganhar dinheiro sem despesas -como uma fonte "subsidiária" de receita, no sentido legal do termo.
Jobs tomou essas canções baratas e as vendeu abaixo do preço, como forma de estimular a compra dos dispendiosos iPods fabricados por sua empresa, e o setor de música em sua forma tradicional agora está despedaçado.
Como trabalho no setor de TV convencional, não tinha percebido até agora que exatamente a mesma coisa está acontecendo no mercado de vídeo. Eu certamente acompanhei a ascensão de serviços de vídeo online como o YouTube.
O iTunes também começou a operar no mercado de vídeo, oferecendo uma combinação entre vídeos profissionais e podcasts em vídeo de amadores e quase amadores.
Como as gravadoras antes deles, as redes de TV e estúdios de cinema licenciaram parte de seu conteúdo para a Apple, permitindo que o iTunes vendesse programas e filmes com a mesma estratégia de preço único que ela havia adotado para a música (US$ 1,99 no caso dos programas de TV e US$ 9,99 para filmes).
O iPod Video, que concorre com os celulares capazes de exibir vídeos e outros aparelhos capazes de exibir essa forma de conteúdo, permitiu que o conteúdo visual chegasse ao mercado móvel, o que deu início a um período de vídeo acessível a qualquer hora, em todo lugar e de imediato.
Tudo isso parecia apenas ruído de fundo, resmungo digital, porque uma coisa era óbvia: as pessoas amam a televisão. Jamais deixarão de assistir à TV.
O YouTube pode ser popular mas não conta, porque não é TV de verdade. Seus vídeos são curtos, e muitos deles são esquisitos. A TV profissional apresenta mais brilho, narrativas mais agradáveis. E esses valores seriam eternos.
Mas uma recente visita a Houston me convenceu de que eu não estava entendendo a situação. Meu amigo Mike e sua mulher haviam dispensado completamente o televisor e, em lugar disso, utilizavam um iMac com tela de 20 polegadas como uma espécie de home theater improvisado, sem perdas dolorosas de qualidade.
O conteúdo vinha do iTunes, de outros serviços de mídia na web e de DVDs. Ao fazê-lo, dispensaram as polpudas contas da TV a cabo e afirmaram uma forma iconoclasta de controle sobre a mídia em suas vidas.
A experiência tradicional de assistir à TV não precisa necessariamente morrer, mas, para salvá-la, o complexo mídia-indústria terá que agir de modos não-tradicionais e desconfortáveis e terá, igualmente, que repensar "o que é TV".
No momento, isso significa assistir a um programa de vídeo produzido profissionalmente. O telespectador é um participante passivo e usa um televisor ligado a um decodificador que recebe conteúdo de um serviço de cabo ou transmissão digital.
No futuro, a TV será uma cacofonia de conteúdos profissional e amador, em forma longa ou curta, distribuídos por uma variedade de plataformas e recebido por uma variedade de aparelhos.
O conteúdo recebido será editado, comentado, parodiado e retransmitido pelo antigo "telespectador" -agora chamado "usuário"- para quem quer que ele deseje. Determinar quem pagará a quem para fornecer que serviço a quem mais representa a grande questão para esse novo modelo, em torno do qual todas as revoluções da mídia parecem girar.
E não há nada que indique que as pessoas que vêm sendo pagas agora continuarão a sê-lo dentro de alguns anos. O modelo surgido depois da Segunda Guerra, de conteúdo em vídeo dispendioso movimentando um setor de produção de conteúdo imensamente lucrativo (todos aqueles filmes com orçamentos de US$ 200 milhões) está sob certa ameaça.
A grande greve dos roteiristas encerrada recentemente nos EUA e uma possível greve dos atores na metade deste ano representam a grande batalha final pelo controle dos lucros do conteúdo em um momento que talvez seja o último em que disputar esse controle valha a pena -mais ou menos como as greves dos operários siderúrgicos nos anos 1980.
A história quanto ao vídeo difere da história que aconteceu no setor de música de maneira crucial. Ser um fã de música tradicionalmente envolvia ir à loja de discos, dedicando quantias consideráveis a um artefato do qual você conhecia apenas uma ou duas canções, e o processo todo, em geral, resultava em decepção com o produto recebido.
O modelo que o iTunes criou no setor de música e o modelo do download ilegal representaram um salto quântico em termos de satisfação dos consumidores, diante dos modelos anteriormente existentes: tornou-se possível pagar apenas pelas canções realmente desejadas (ou obtê-las sem pagar coisa nenhuma!).
Além disso, o método oferecia um sistema de armazenagem conveniente, que permitia dispensar todas aquelas caixas quebradas de CDs.
Já o modelo tradicional da TV é muito mais amistoso para com os usuários. Os programas são gratuitos ou, ao menos, seu custo fica soterrado em meio às faturas da TV a cabo.
Assistir a vídeos na web, ao contrário do que a tendência pareceria indicar, é uma experiência mais analógica do que assisti-los em um televisor. Na TV é possível selecionar entre centenas de ofertas instantaneamente ou escolher entre dezenas de programas que você tenha preservado em seu gravador digital de vídeo.
Na maioria dos sites de vídeo, no entanto, clicar de programa a programa envolve abrir e fechar software de mídia e assistir a intermináveis anúncios que surgem na tela antes do programa.
A qualidade continua abaixo da média, com definição baixa, programas de reprodução de mídia que oferecem telas reduzidas e problemas de sincronização de áudio e vídeo. A seleção disponível não é das mais amplas, e não existe um guia central que informe o que está disponível, onde e quando.
É fácil dizer que esses problemas terminarão resolvidos, mas restará sempre a suspeita de que a experiência propiciada é desagradável intencionalmente, para que as pessoas não abandonem os seus televisores rápido demais.
Como diz Mark Cuban, empresário de internet, proprietário do time de basquete Dallas Mavericks, a curva de inovação na web está estagnada, e a largura de banda disponível também está chegando ao limite.
Em outras palavras, há um limite para o volume de dados que pode ser distribuído pelos nódulos da internet, e essa limitação estrutural torna improvável que a web venha a propiciar uma experiência lisa de vídeo, pelo menos no futuro previsível.
É por isso que Cuban afirmou no ano passado, contrariando as opiniões dominantes, que a web "é chata e está morta". E é exatamente aí que estão o problema e a oportunidade que a TV tradicional precisa encarar.
O avesso da teimosia do setor de música é a mentalidade de rebanho -"precisamos acompanhar o que a garotada faz". Essa mentalidade dispõe que, a menos que a empresa aposte todas as fichas na internet, ela não está "sacando a coisa".
Mas "sacar a coisa" não significa necessariamente ceder ao coro dos digitais, especialmente se isso significa destruir seu negócio no processo. Nos dois últimos anos, as redes de TV colocaram programas na web de maneira desordenada. A lógica é que, caso não o façam, alguém mais o fará.
Mas, como o setor de música logo aprendeu (a exemplo do setor jornalístico anteriormente), esse modelo rapidamente faz de um negócio uma organização de caridade, o que solapa o valor de seu produto, ainda que exponha o conteúdo a uma audiência maior.
Isso ocorre porque anunciantes e redes abertas ainda não definiram um protocolo para a venda de publicidade que acompanhe a quase infinidade de conteúdo disponível, e os consumidores ainda não estão preparados para gastar muito dinheiro pagando por downloads.
Existe uma solução, e ela está bem debaixo dos narizes das redes de TV: transformar a televisão em algo mais parecido com a internet. Em diversos posts na web, Cuban vem promovendo imensas inovações que devem surgir com a TV de alta definição, entre as quais funções plenas de internet nos televisores e decodificadores de próxima geração.
A televisão com recursos de web provavelmente significaria uma profunda perda de controle para os programadores de TV, porque as prerrogativas tradicionalmente reservadas a quem controla datas e horários se tornariam irrelevantes. O mesmo se aplicaria ao conceito de "rede" de TV, já que a maioria dos programas se tornaria igualmente acessíveis, não importa quem os exiba.
Na medida em que avançamos na direção de uma cultura em que as escolhas cabem mais e mais ao consumidor, a TV certamente precisa acompanhar isso, não importa o quanto pareça modismo.
Mas não há motivo para que a própria TV não concorra como versão futura da web, segundo a visão de Cuban, oferecendo escolhas ilimitadas (imensos estoques de filmes, temporadas inteiras de seriados), capacidades de edição e distribuição por usuário (ou seja, a possibilidade de enviar a um amigo um trecho do episódio de alguma série que você acabou de assistir), reprise, armazenagem, WiFi...
E, como todos os dados percorrerão a mesma "tubulação", mas sem a influência desestabilizadora da internet, a TV poderá oferecer resolução excelente, mesmo em um televisor de 60 polegadas.
E eis a última das inversões: à medida que TV e internet convergem como parte de algo genericamente conhecido como banda larga, as distinções entre as duas logo se tornarão irrelevantes, do ponto de vista dos consumidores. Mas será que o híbrido resultante se parecerá mais com a TV, acrescida de interatividade, ou com a internet, acrescida de TV?
A distinção valerá bilhões para quem chegar primeiro e organizar a bagunça de maneira satisfatória para o consumidor.
MICHAEL HIRSCHORN foi vice-presidente executivo da VH1, um dos canais da MTV. É colunista da revista "Atlantic Monthly", onde a íntegra deste texto foi publicada. Tradução de Paulo Migliacci . Fotógrafo/artista: Kyu Oh
